Corremos pelas trilhas do Jalapão! Que edição espetacular - há quem diga que foi a melhor.

Desde a longa jornada de Palmas à Mateiros, no ínicio do evento, os participantes já puderam ter a sensação do que viria pela frente.

As horas dentro dos carros, que privaram os corredores de sentir a liberdade e ter o contato direto com a exuberante natureza do Jalapão, foi compensada a partir do momento em que todos estavam reunidos para nossa Largada, diante de um nascer do sol absurdo, que nascia atrás da imponente Serra do Espirito Santo. O visual da nossa largada era digno de um quadro.

Foram 50Km, nos quais os primeiros 15, especialmente, tiram nosso fôlego em todos os sentidos. Passamos pelas dunas do Jalapão - um local incrível que reúne areia numa coloração mais forte, lagoas perenes, palmeiras, vários outros tipos de vegetação, tudo isso cercado pelos paredões de rochas de arenito, da Serra do Espírito Santo - que nos desafiou a subir, ou melhor, escalar suas pedras até chegarmos no seu platô. Esse trecho foi incrivelmente desafiador, técnico e exigiu muita força, determinação, concentração e união de todos, para que pudessemos chegar ao topo e contemplar a exótica paisagem lá do alto. Mais do que isso, para que todos pudessem voltar para suas casas e dizer: "Corremos no platô da Serra".

Depois de todos terem sentido na pele o verdadeiro significado da palavra "sedento", descemos a Serra pelo outro lado e finalmente encontramos nossos carros de apoio e nossa hidratação - Ahhh, uma coquinha gelada!.

Dali pra frente foi um árduo e quente caminho até a nossa Chegada, no centro de Mateiros. Muita estrada de chão, areia fofa e, por vezes mais firme, e muito calor. Nesse trecho, da metade pro final, corremos entre 11 horas da manhã e 17 horas da tarde, até finalmente, JUNTOS, cruzarmos a linha de chegada ao som da banda Brau - que estava lá especialmente para nos receber. Foi simplesmente espetacular!

O dia da seguinte da nossa corrida foi marcado pelos passeios e visitas aos locais mais especiais do Jalapão, a cachoeira do Formiga e os incríveis fervedouros, que deixaram todos os participantes incrédulos com o fenômento natural que acontece ali, onde nascentes de água doce emergem do solo com tanta pressão, que impedem as pessoas de afundarem, mesmo fazendo força, proporcionando assim uma experiência de flutuação única e surpreendente. Porém, mais especial que tudo isso, foi nossa passagem pela Comunidade da Mumbuca, onde todos puderam provar o tempero inigualável da comida da Dona Nem, conhecer a história da comunidade, a importância do Capim Dourado - o Ouro do Jalapão - e, ao som da canção de boas vindas aos visitantes, cantada lindamente pela Dona Santinha e sua neta, todos receberam as suas medalhas por tudo aquilo que lá foi compartilhado. Nesse momento não deu pra conter as lágrimas, e o sentimento e a atmosfera que se formou naquela pequena casa, ainda vive no coração e na memória de todos.

E para fechar esse evento da melhor forma possível, o Recanto das Dunas, "point" obrigatório no Jalapão, lugar que emana um alto astral absurdo e que também foi nossa base de Largada, nos recebeu de braços abertos e drinks gelados para o enceramento oficial da IRE. Do fim de tarde até altas horas, os participantes agitaram e celebraram tudo o que vivemos por lá.

Ficam a saudades, as lembranças e a gratidão por mais uma experiência inesquecível.

Inesquecível Jalapão.

 

*Fotos: Lincoln S. e Luana L. - Foco Radical

 

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